O Parque Estadual da Cantareira é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral paulista que abrange parte da Serra da Cantareira. A condição de Parque Estadual foi adotada em 1962 e regularizada pelo Decreto Estadual nº 41.626 de 1963. Porém, apenas em 1968 foi publicado o decreto que oficializou sua criação (nº 10.228/68). Na época, o nome foi definido como Parque Turístico da Cantareira. No ano de 1986 ele passou a se chamar Parque Estadual da Cantareira.[2]

Em outubro do ano de 1994, a UNESCO o declarou como parte da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo.[3] Atualmente, é gerenciado pela Fundação para Conservação e a Produção Florestal do Estado de São Paulo (ou Fundação Florestal) – fundação vinculada à Secretaria do Meio Ambiente do Governo de São Paulo, que foi criada com o intuito de conservar, ampliar e administrar florestas pertencentes ao estado de São Paulo.

O Parque está localizado na Rua do Horto, 1799 – Horto Florestal (sua maior proporção se encontra na Zona Norte de São Paulo)[4] e também abrange áreas dos municípios de Mairiporã, Guarulhos e Caieiras.[5]

Ele se divide entre os distritos de Tremembé e Mandaqui, mas não existe nenhum documento que afirme com precisão a qual distrito, de fato, o parque pertença. O mesmo ocorre com o seu vizinho, o Horto Florestal de São Paulo.

O Parque fica aberto para visitação aos sábados, domingos e feriados das 8h às 17h.

 

História

É um fragmento da Mata Atlântica com várias espécies de fauna e flora. A Serra da Cantareira foi batizada pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e outras regiões do país, nos séculos XVI e XVII. A grande quantidade de nascentes e córregos ali encontrados forneciam água, que era armazenada em um cântaro (jarros para armazenar água) e, depois de cheios, eram colocados em prateleiras, as chamadas cantareiras. O Parque compreende parte da Serra, mas não toda ela. Oferece três trilhas: a da Figueira com 700 metros, a Pedra Grande com 7 km e a da Bica com 1 500 metros.

Atualmente com 7 916,52 ha (pouco mais de 79 quilômetros quadrados) de Mata Atlântica (Floresta Ombrófila Densa Montana) distribuídos por quatro municípios da Grande São Paulo, a área do Parque foi tombada no final do século XIX, para garantir o abastecimento de água para a cidade de São Paulo.

Desde a década de 1990 o Parque se encontra ameaçado pela especulação imobiliária, devido ao loteamento clandestino das áreas particulares contíguas, que facilita a formação de favelas no em torno e mesmo dentro da área do parque.

 

 

Escreva uma crítica

Clique para avaliar

Esse é o seu negócio?

A listagem de reivindicações é a melhor maneira de gerenciar e proteger sua empresa

Reivindique agora!

Reivindicar esta listagem

Reivindique sua listagem para gerenciar a página de listagem. Você terá acesso ao painel de listagem, onde poderá fazer upload de fotos, alterar o conteúdo da listagem e muito mais.

Whatsapp